Sindicatos têm um papel importante na defesa dos empregos na crise

 

No momento em que escrevi a coluna desta edição, o número de mortes pelo novo coronavírus (covid-19) no Brasil se aproximavava de 12 mil, com mais de 170 mil casos confirmados. Todas essas vítimas fatais eram amadas por alguém.

 

É impossível não se sensibilizar diante de tantas mortes. Em primeiro lugar deve vir a preservação da vida.   De nada adianta falar em emprego se não estivermos vivos para ter um. Em seguida, vem a manutenção dos empregos e a luta em defesa dos trabalhadores. É aí que entram os sindicatos.

 

Numa situação de normalidade, a redução de salário pelos patrões – que obtêm seus lucros por meio da força de trabalho (a chamada mais valia) – é inadmissível. Porém, estamos diante de uma crise sem precedentes. Ninguém vivo no mundo passou por algo semelhante ao que enfrentamos agora.

 

Por isso, o Sinttromar tem se pautado pela razoabilidade. Diante das danosas medidas provisórias editadas pelo governo federal, o sindicato tem procurado firmar acordos coletivos (ACTs) menos prejudiciais para a categoria, como ocorrido no caso da TCCC, Cidade Verde, Viação Garcia e Brasil Sul. Nesta pandemia, vamos lutar pelos empregos. Vamos vencer juntos esta crise.

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